Poucos dias após o início da “segunda temporada” da campanha de financiamento coletivo do Overloadr no Patreon, confirmamos a produção da série Mini-Mini-Doc, que segue os moldes de nosso especial sobre representação feminina nos videogames em 2015.

Após um período de conversas, escolhemos abordar o infame estúdio 3D Realms e sua história repleta de altos e baixos. Pioneira no mercado de jogos para PC com seu modelo shareware, a 3D Realms, antigamente conhecida como Apogee, foi também responsável por um dos melhores jogos da década de 1990, que ficou com a 18ª posição em nosso especial 100 Melhores Jogos do período: Duke Nukem 3D. A partir daí, foi só ladeira abaixo, com alguns eventuais casos de sucesso.

O fato da companhia ser também proprietária de não apenas um, mas dois dos jogos mais adiados da história — Duke Nukem Forever e Prey –, verdadeiras lendas vaporware, tornam sua história ainda mais fascinante, o que reforçou a nossa vontade de recontá-la neste Mini-Mini-Doc.

Aproveitando que 2016 marca o aniversário de 20 anos de Duke Nukem 3D, o revisitamos em nosso Retroscópio. E, acreditem, ele continua tão bom quanto era em nossos antigos 486 e Pentiums.

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