Seguindo o caminho de seus dois predecessores, Persona 5 continua a misturar RPG japonês com elementos que podem ser comumente encontrados em um Dating Sim ou em uma Visual Novel. Na pela de um estudante do colegial, nos vemos empunhando um estranho poder que nos permite entrar no Metaverse e, a partir de lá, mudar aspectos sobre certas pessoas no mundo real.

Entretanto, a vida continua seguindo normalmente em nossa realidade. Por conta disso, temos de também nos preparar para tarefas normais do dia a dia, como estudar para provas e responder perguntas feitas pelos professores em sala de aula. Junto disso, aspectos da vivência cotidiana têm influência direta no que ocorre no Metaverse, especialmente as conexões que fazemos com outros indivíduos, que fortalecem nossas Persona e nos tornam mais fortes em combate.

Persona 5 está disponível para PlayStation 3 e PlayStation 4.

  • Sobre a dúvida sobre as máscaras e personas e etc: toda a temática de Persona é baseada nos estudos do psicoterapeuta Carl Jung, ele que definiu os conceitos de “persona”, “sombra” e “consciente coletivo”. Aí cada jogo da série usa esses conceitos de uma maneira diferente, no 5 usaram a máscara literalmente para representar as Personas.

    Sobre o jogo em si, tô achando excelente. O que achei mais legal até agora é essa mudança de tom, afinal o protagonista e seus amigos não são nada populares (até o Sojiro Sakura não gosta do protagonista, tenso), tem muita interação interessante. Ah, o visual estiloso também é incrível.