Neste episódio extra do MotherChip reunimos entrevistas realizadas durante o BIG 2019 (Brazil’s Independent Games Festival. Foram sete desenvolvedores, de CEOs a estudantes, que falaram conosco sobre diferentes assuntos, como a tão comum prática de “crunch” (termo usado na indústria de games para trabalho além das horas previstas por lei ou contrato, resultando em estresse e esgotamento físico e mental).

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Assuntos abordados:

01:43 – Klos Cunha (game designer e diretor criativo). Fala sobre narrativa e atmosfera.
Trabalhou em Niveus, The Fifth Apartment, Galaxy of Pen & Paper e Angest. Atualmente desenvolve um jogo não anunciado para a Garage 227.

13:24 – Henrique Caprino (produtor e co-fundador da Pocket Trap). Fala sobre as vendas de Ninjin: Clash of Carrots e seu inesperado lançamento no Japão.
Trabalhou em Ninjin: Clash of Carrots

20:51 – Maurício Longoni (CEO da Aquiris Game Studio). Fala sobre “crunch”.
Aquiris é responsável por Horizon Chase, Ballistic, Looney Tunes: World of Mayhem, dentre outros.

28:04 – Marcos Venturelli (game designer, fundador da Rogue Snail). Fala sobre como sua vida foi profundamente afetada pelo “crunch”.

42:26 – André Afonso (game designer). Fala sobre a produção de seu jogo Juno, baseado em vivências pessoais.

45:50 – Raquel Motta (programadora e co-fundadora da Sue the Real). Fala sobre Angola Janga, jogo baseado na graphic novel brasileira de mesmo nome e a produção de jogos com narrativas afro-brasileiras.

51:21 – Renan Rodrigues (diretor e co-fundador da Supernova Games). Fala sobre Fertiliel, jogo inspirado em visual novels e cultura japonesa.
Supernova Games já lançou Carcará: Asas da Justiça, dentre outros.